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Vale lembrar que este blog não pretende de qualquer forma prejudicar bandas, artistas ou gravadoras, pelo contrário o objetivo é sempre divulgar e compartilhar diversão, cultura e educação.

Então se de alguma forma você se sentir prejudicado pelo blog, solicito que envie um email para (progrockcontramao@hotmail) que prontamente deleto o material escrito ou link. O mesmo vale para pedidos e sugestões.

Todos os álbuns aqui postados foram adquiridos de forma legal em vinil ou cd, em lojas especializadas, sebos ou com amigos e sugiro que após ouvir algo que goste procure comprar o original.

Divirtam-se e aproveitem o espaço que é nosso.
Obrigada
Márcia Tunes
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Important:
Remember that this blog is not intended in any way injure bands, artists and record labels, rather the goal is to always disclose and share fun, culture and education.

So if somehow you feel harmed by blog, please send an email to (progrockcontramao @ hotmail) that promptly delete the written material or link. The same goes for requests and suggestions.

All albums posted here were purchased legally on vinyl or CD, in specialty stores, book stores or with friends and I suggest that after you hear something you like try to buy the original.

Have fun and enjoy the space that is ours.
Thanks
Marcia Tunes

Para os Krautmaniacos



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quinta-feira, 31 de maio de 2012

Donny Hathaway - Extension of a man (1973) (R&B/Soul)


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Donny Edward Hathaway (October 1, 1945 – January 13, 1979) was an American soul singer-songwriter and musician. Hathaway contracted with Atlantic Records in 1969 and with his first single for the Atco label, "The Ghetto, Part I" in early 1970, Rolling Stone magazine "marked him as a major new force in soul music."[1]

His collaborations with Roberta Flack scored high on the charts and won him the Grammy Award for Best Pop Performance by a Duo or Group with Vocal for the duet, "Where Is the Love" in 1973.

His body was found outside the luxury hotel Essex House in New York City; his death was ruled a suicide.

Extension of a Man is an album released by the R&B/Soul singer Donny Hathaway in 1973. It was his last studio album. It's noted for including a young Stanley Clarke of (then) Return to Forever on a couple of tracks, as well as drummer Fred White, brother to Earth, Wind & Fire's Maurice White (who worked with Hathaway in Chicago in the early days).
Track listing

"I Love the Lord; He Heard My Cry (Parts I & II)" (Hathaway) - 5:32
"Someday We'll All Be Free" (Hathaway, Edward Howard) - 4:14
"Flying Easy" (Hathaway) - 3:13
"Valdez in the Country" (Hathaway) - 3:33
"I Love You More Than You'll Ever Know" (Al Kooper) - 5:23
"Come Little Children" (Hathaway) - 4:35
"Love, Love, Love" (J.R. Bailey, Ken Williams) - 3:25
"The Slums" (Hathaway) - 5:11
"Magdalena" (Danny O'Keefe) - 3:08
"I Know It's You" (Leon Ware) - 5:13
"Lord Help Me" (Joe Greene, Billy Preston) - 4:06

"Lord Help Me" was originally only released as a B-side to the single "I Love You More Than You'll Ever Know". It did not feature on Extension Of A Man until the 1993 Compact Disc re-release. The song features Billy Preston. Also, only track produced by Jerry Wexler
Personnel

Donny Hathaway - Lead Vocals, Electric Piano, Piano, Organ, Bass
Cornell Dupree, David Spinozza, Keith Loving, Joseph Bishop, Phil Upchurch - Guitar
Grady Tate, Fred White, Rick Marotta, Ray Lucas - Drums
Willie Weeks, Russ Savakus, Stanley Clarke, Gordon Edwards - Bass
Hugh McCracken - Banjo, Guitar
Ralph MacDonald - Percussion
David Newman - Saxophone
Hubert Laws - Flute
Marvin Stamm, Joe Newman, Ernie Royal - Trumpet
Dominick Gravine, Garnett Brown, Paul Faulise, Wayne Andre, Tony Studd, Garnett Brown - Trombone
Don Butterfield - Tuba
Phil Bodner - Clarinet, Saxophone (Alto)
Seldon Powell - Clarinet, Reeds, Saxophone (Tenor)
V. Abato - Clarinet
Romeo Penque, William Slapin - Reeds
Charles McCracken, George Ricci, Kermit Moore - Cello
Jim Buffington, Julius Watkins, Tony Miranda - French Horn
Emanuel Green, Harry Lookofsky, Julien Barber, Noel DaCosta, Sanford Allen, Theodore Israe - Violin
Gloria Agostini - Harp
Henry Schuman - Oboe
Cissy Houston, Myrna Smith, Sylvia Shemwell, Jimmy Douglass, Mario "Big M" Medious, Richard Wells, William "Mac" McCollum - Backing Vocals
Myrna Summers & The Interdenominational Singers - Choir

quarta-feira, 30 de maio de 2012

The Vampires' Sound Incorporation - "Sexadelic" and "Psychedelic Dance Party" (1969)


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A postagem de hoje é uma trilha sonora de um filme cult de horror e vampiros dos anos 70, mistura boa esta, horror, vampiros, lesbicas. Título original do filme Vampiros Lesbos, lançado em 1971, origem Alemanha Ocidental e Espanha, com duração de 90 min., dirigido por Jesus Franco (Ela Matou em Êxtase, Drácula contra Frankenstein, La Maldición de Frankenstein) com trilha Ssnora de Jesus Franco, Manfred Hübler, Sigi Schwab, no elenco Ewa Strömberg, Soledad Miranda, Andrés Monales, Dennis Price, Paul Muller, Heidrun Kussin, Michael Berling, José Martínez Blanco, Beni Cardosi, Jesus Franco. Na verdade acho que este disco que tenho é uma compilação de duas trilhas sonoras de filmes do Franco, mas não tenho certeza.


Cult é somente uma das classificações (a mais famosa) que geralmente se dá a Vampyros Lesbos em qualquer círculo cinéfilo que se preze. Um dos mais conhecidos dos muitos filmes feitos pelo prolífico cineasta espanhol Jesus Franco, ele ainda carrega uma considerável aura de fascínio em torno da formosa figura de Soledad Miranda, creditada aqui com o pseudônimo Susann Korda por solicitação da própria, devido às cenas de nudez e lesbianismo que seriam inevitavelmente exibidas mundo afora. A trágica morte prematura desta atriz de magnética presença só fez aumentar sua legião de admiradores e, por conseguinte, também o grupo de fãs dos trabalhos de Jesus Franco, que foi iluminado o suficiente para adotá-la como sua musa pelo tempo que pôde.


Enquanto assiste a um show privado num clube ao lado do namorado (Andrés Monales), a advogada Linda (Ewa Strömberg) reconhece a moça no palco como sendo aquela que vem assombrando seus sonhos já há algum tempo. Bonita e insinuante, a estranha se torna o principal assunto das sessões de Linda com seu psicólogo, já que ela dá vazão a seus desejos sexuais reprimidos quando sonha. Ao visitar a condessa Nadine Carody (Soledad Miranda) em sua mansão, Linda se depara com a mesma moça, na realidade uma vampira que leva uma vida dupla e se alimenta do sangue de mulheres. Herdeira das posses do próprio conde Drácula, Nadine também se encontra sob a investigação cada vez mais próxima de um tal dr. Seward (Dennis Price), cujas pesquisas na área do vampirismo têm interesses nada ortodoxos relacionados à bela vampira que está seduzindo Linda.


O uso de pseudônimos é uma constante nos filmes dirigidos por Jesus Franco, que aqui é creditado como Franco Manera na cadeira de diretor e, como compositor, David Khune. Dá um trabalho danado saber quem usou o nome verdadeiro em seus filmes. No caso de Vampyros Lesbos, contudo, o que importa é saber que a morena de olhar penetrante e pernas maravilhosas respondia por Soledad Miranda, e sem sombra de dúvida por toda a fascinação relacionada ao filme. Sua personificação da vampira que odiava os homens e amava todas as mulheres, até se deparar com uma com a qual se apaixonou, casa perfeitamente com o erotismo subjacente da história e valoriza o estilo etéreo de Franco, que trilha uma linha bastante tênue entre um trabalho de visionário voyeurismo e uma viagem de ácido de execução amadora e relaxada.


Logo, é preciso dizer que Vampyros Lesbos pede por uma apreciação diferenciada por parte do espectador, por pertencer a nenhuma vertente marginal do gênero em sua época e, por isso mesmo, não poder ser calcado em nenhum molde de filme de vampiro amplamente conhecido. O vampirismo de Jesus Franco, para falar a verdade, é um mero detalhe e, muitas vezes, nada mais que uma desculpa para o desfile de mulheres nuas em cenas de lesbianismo soft. Mesmo com as menções diretas ao famigerado conde Drácula e com a presença de algum sangue derramado, a desconexão narrativa proposital não permite uma impressão completamente certa do que é ou não realidade dentro da história, e este é um desafio que muito provavelmente o diretor não idealizara para a sua platéia. O aspecto intrinsecamente onírico e a sensação de desnorteamento vêm em sua maior parte da edição difícil, um reflexo indireto dos parcos recursos de produção do filme.


Mesmo com suas óbvias limitações, movimentações de câmera tremidas, simbolismos baratos e uma visível carência de coesão narrativa, o filme pertence inegavelmente à categoria de obras que pedem uma segunda sessão para que possam ser assimiladas com mais justiça.

O DVD importado vem com áudio em alemão e legendas em inglês, no que a distribuidora alega ser o corte mais fiel do material originalmente concebido por Jesus Franco. O disco traz como único extra o trailer do filme.


O disco com a trilha sonora é uma delicia, recomendo!

01. Droge CX 9 (05:10)
02. The Lions And The Cucumber (05:07)
03. There Is No Satisfaction (03:07)
04. Dedicated To Love (02:32)
05. People's Playground - Version A (00:50)
06. We Don't Care (05:21)
07. People's Playground - Version B (01:18)
08. The Ballad Of A Fair Singer (04:22)
09. Necronomania (02:08)
10. Kama Sutra (04:00)
11. The Message (03:19)
12. Shindai Lovers (04:19)
13. The Six Wisdoms Of Aspasia (04:18)
14. Countdown to Nowhere (02:25)
15. Konkubination (03:58)
16. Ghost or Good and Bad Onions (04:26)
17. Psycho Countdown, Pt. 1 (01:30)

terça-feira, 29 de maio de 2012

Rodolfo Stroeter - Mundo (1986) (Brasil)


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Altamente recomendado! Lindo disco!

Rodolfo Stroeter é um Instrumentista. Em 1975, começou a estudar contrabaixo, harmonia e composição. Iniciou sua carreira profissional em 1979, integrando, ao lado do pianista alemão Felix Wagner e do baterista Azael Rodrigues, o grupo Divina Increnca, com o qual gravou um disco, no ano seguinte. Paralelamente a esse trabalho, criou com Nelson Ayres o grupo Pau Brasil, com o qual vem atuando como produtor, compositor e instrumentista.

A partir de 1982, passou a integrar também, ao lado de Lelo Nazário e Zé Eduardo Nazário, o Grupo Um, com o qual lançou os dicos "Reflexões sobre a crise do desejo" e "A flor de plástico incinerada".

Em 1985, gravou seu primeiro trabalho solo, o LP "Mundo", registrando composições próprias. O disco foi editado pela gravadora francesa NTI, e faz parte do selo Paixão.

Atuou, como instrumentista, com diversos artistas como Milton Nascimento, Joyce, Edu Lobo, Chico Buarque, Wagner Tiso, Gilberto Gil, Carlinhos Brown e Marlui Miranda, entre outros.

Em 1990, começou a desenvolver um trabalho com o violonista e compositor pernambucano Antônio Madureira.

No ano seguinte, associou-se a Antônio Placer e Frederic Pagés, para a criação do selo franco-brasileiro Divina Comédia, visando promover as diversas manifestações musicais da latinidade contemporânea.

Em 1992, foi solicitado, pela Secretaria de Cultura do Município de São Paulo, a compor a ópera comemorativa dos 500 anos de descobrimento da América, que foi encenada no Teatro Municipal de São Paulo em outubro desse mesmo ano.

Em 1993, produziu, com Paulo Tatit e Arnaldo Antunes, o projeto multi-mídia "Nome", de Arnaldo Antunes, para a BMG.

Foi Assessor de Música na Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, em 1993 e 1994, na gestão do secretário Ricardo Ohtake, criando os projetos da "Orquestras", "Corais", "Bandas" e "Interior Acústico", além de ter sido o principal responsável pelo evento "Fórum da Música Independente", realizado em maio de 1994.

Em 1995, participou da comissão artística e organizadora do 26º Festival de Inverno de Campos do Jordão. Nesse mesmo ano, criou o selo Pau Brasil. Também em 1995, compôs, juntamente com Gilberto Gil e Carlinhos Brown, a trilha sonora para o espetáculo "Z", do Balé da Cidade de São Paulo, em comemoração aos 300 anos de Zumbi.

Em 1996, produziu, para a PolyGram, o CD "Mais simples", de Zizi Possi. Nesse mesmo ano, lançou, com Antônio Madureira, o CD "Romançário".

De 1996 a 1999, exerceu o cargo de diretor artístico da Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo, ligada à Universidade Livre de Música e à Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo.

Produziu e dirigiu, em 1997, sob encomenda do Sesc Pompéia, o espetáculo "Braguinha 90 anos", em homenagem ao compositor João de Barro. Ainda em 1997, assinou a produção e a direção musical do CD "Todos os sons", de Marlui Miranda, contemplado com o prêmio da Academia Gramofônica, da Alemanha, e da Naird, dos Estados Unidos, como Melhor CD de World Music desse ano.

Em 1998, a Banda Mantiqueira, também produzida por seu selo Pau Brasil, foi indicada ao Grammy, na categoria Best Latin Jazz.

Musicas do álbum:
01 No Céu Com Noel (Stroeter)
02 Poeira Morena (Stroeter - Nelson Ayres)
03 Hino (Stroeter)
04 Tina E Diego (Stroeter)
05 Pessoa (Stroeter - Nelson Ayres)
06 Mundo (Stroeter - Vicente Salvia)
07 Pérola (Stroeter)
08 Conforme O Dia (Stroeter)
09 Repentista (Zeca Assumpçăo)


Para detalhes sobre os musicos que participam em cada faixa, compositores, arranjadores e etc clique aqui

Discografia:
(1996) Romançário. Antônio Madureira e Rodolfo Stroeter • Pau Brasil • CD
(1996) Babel. Grupo Pau Brasil • Pau Brasil • CD
(1991) Metrópolis Tropical. Grupo Pau Brasil • Divina Comédia (França) • LP
(1989) Lá Vem a Tribo. Grupo Pau Brasil • GHA (Bélgica) • LP
(1987) Cenas Brasileiras. Grupo Pau Brasil • Continental • LP
(1986) A Flor de Plástico Ininertada. Grupo Um • Lira Paulistana • LP
(1985) Mundo. Rodolfo Stroeter • Continental/NT • LP
(1985) Pindorama. Grupo Pau Brasil • Line Records • LP
(1984) Reflexões Sobre a Crise do Desejo. Grupo Um • Lira Paulistana • LP
(1982) Pau Brasil. Grupo Pau Brasil • Continental • LP

domingo, 27 de maio de 2012

Irmin's Way - Opus; Destroy 1976/96 (Progressive Rock/Krautrock)


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Apesar do álbum ter sido lançado somente em 96, não encontrei o nome dos integrantes do grupo em lugar algum, muito estranho, vários sites falam do disco e parece que as informações são sempre as mesmas e pouquissimas. O disco é bom demais pra ter ficado guardado por 20 anos sem gravar, estranho isso...Recomendo e se alguém souber de mais informações por gentileza me avise.

Long time lost heavy-kraut-rockin'classic. Irmin's way is an english-german band whose name is taken from the Saxon mythology. They released only one album "Opus; Destroy" in 1976. The album ventures from space rock to astonishing symphonic heavy rock attacks. It has been reissued in 1996 by the European acid folk label "Kissing Spell" (Shide and Acorn, Loudest Whisper...)

Similar Bands: Erlkoenig, Novalis, Jane

1. Past & Present (9:23)
2. Eremite (9:13)
3. Alone (5:20)
4. Opus: Destroy (22:36)

sábado, 26 de maio de 2012

Flaming Bess - Tanz der Götter (1979) (Germany) (Prog)


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Flaming Bess is not your typical band. The oringinal band was formed in 1969, in Düsseldorf. There was the usual club gigs, and personnel changes, before finally recording an album. It just took them ten years. This was 1979's "Tanz Der Götter." A highly regarded album, and very much influenced by other symphonic music of it's time.

The second release, 1980's "Verlorene Welt," had a more rock-oriented approach, and featured Marlene Krükel on vocals. This would be the last recording from the band for 15 years.

In 1995, they resurfaced with "Fata Morgana." Apparently, this was not just an attempt at recapturing past glory. They had kept up with changes in the music scene, and produced a progressive album to fit the times.

Seemingly a pattern now, the next album was not recorded for another ten years. "Finestere Sonne / Black Sun" was released in 2005. It is a double CD, with one in German and one in English.

Though adversity, changing trends, and music industry woes, this band has kept going. They remain true to their vision, without becoming antiquated. A truly admirable group, that shows no signs of giving up (ever).

Released around the same time as ANYONE's DAUGHTER's "Adonis" album, this album falls into the same broad category of CAMEL-influenced accessible German symphonic prog, and confirms the German commitment to the style long after it had fallen from grace in the New World and the UK. It's all instrumental except for narrated introductions, and as such is highly suggestive of the ANYONE's DAUGHTER 1981 release "Piktors Verwandlungen", so much so that one can infer that AD listened to FLAMING BESS and even adopted some of their jazzy leanings. It's heartening to know that such high quality, if not top notch, material from the now distant past remains to be discovered along with newer gems.

While the spoken sections require an appreciation of German for best results, they have wisely been separated out as "intro" tracks on the remastered version, and between them all the material is at least good, some of it surprisingly funky, acoustic, spacey, or jammy, and in fact all of these on the masterful "Bedrohung". The album culminates in the title cut, which parlays the rhythm of middle section of CAMEL's "Lunar Sea" to new extremes of controlled improvisation. Even saxophones enhance the colorful interplay. In fact if you are a fan of the aforementioned "Moonmadness" sans the singing, this one is nearly a sure bet, even if FLAMING BESS cannot compare from a compositional perspective.

"Tanz Der Götter" merits 3.5 stars on its own, rounded up or down as fancy dictates, but I have to add a half for the bonus material, which is somewhat misleading in that it implies subtle remixing. In fact the "Oasis" remix is quite a new take on the original, infinitely spacey and one of the moments that recalls ELOY's symphonic/spacey period or the calmer sections of GROBSCHNITT's "Solar Music Live", and the remix of the title track is even more punchy than the original. "Start und" begins as an almost folky melody in the style of KEBNEKAISE or OUGENWEIDE before it returns to tried and true cosmic funk more like EELA CRAIG. Yes this is derivative but also sports a fresh face, even heard for the first time so long after its release. Hence 4 stars for the debut of an act that hasn't yet flamed out .

- Joachim Jansen / organ, E-violin, synthesizer, flute, clavinet
- Peter Wahle / vocals, gong, glöckchen, rhythmusmaschine, E-guitar
- Hans Wende / bass, guitar, clavinet, vocals

Guest musicians:
- Wolfgang Neumann / sprache
- Bruno Blättler / guitar
- Wolla Hoffmann / guitar
- Barry Peeler / acoustic guitar
- Bernd Renn / bass
- Helmut Leinhos / timbales
- Frank Kirchner / saxophone

All music by Porgy Flaming, all lyrics by Rainer M. Schröder-Rostock.
01. Bedrohung 1 - 1:10
02. Bedrohung 2 - 8:33
03. Kampf und Vertreibung 1 - 1:18
04. Kampf und Vertreibung 2 - 6:56
05. Oasis 1 - 1:40
06. Oasis 2 - 3:45
07. Arkana 1 - 2:06
08. Arkana 2 - 2:41
09. Tanz der Götter 1 - 3:09
10. Tanz der Götter 2 - 6:54

Jane - Here We Are (1973) (Germany) (Prog/Krautrock)


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Mais uma banda que adoro e não sei porque demorei tanto pra postar um álbum, devo ter todos os discos do grupo, adoro em todas as suas fases, todas as formações, não conheço um disco ruim do Jane! Talvez por achar que é fácil de encontrar não tenha publicado antes, mas antes tarde que nunca, este disco é muito bom. O Jane foi formado em outubro de 1970 em Hanôver após o fim da banda Justice Of Peace. Klaus Hess (guitarra), Peter Panka (bateria) e Werner Nadolny (teclados) buscavam novos desafios e aliaram-se a Charly Maucher (baixo elétrico). Na primavera de 1971, eles juntaram-se a Bernd Pulst, o vocalista de voz poderosa que eles buscavam. Pouco tempo após isso, eles assinaram um contrato de gravação de longa duração e em 1972 lançaram o seu clássico primeiro álbum.

Ao longo de sua carreira, a banda sofreu uma série de alterações em sua formação e a partir da metade da década de 1990 o seu nome passou a sofrer variações. Ao lado de bandas como Eloy, Grobschnitt, Novalis e Birth Control, o Jane é considerado como uma das melhores bandas de krautrock com seguidores devotados que podem ser encontrados em países como a sua terra natal Alemanha, a vizinha Áustria ou em locais mais distantes como o Brasil, onde chegou a ter álbuns lançados na década de 1970 pelo selo Sábado Som.

Em sua longa discografia, são apontados como destaque seu álbum de estreia, Together, considerado pelos fãs de rock progressivo e Krautrock como um dos grandes ícones do estilo, os dois álbuns gravados com o ex-tecladista do Eloy Manfred Wieckzorcke, Live At Home e Between Heaven & Hell, e também os álbuns Here We Are e Age of Madness. Enjoy!

Klaus Hess / lead guitar, bass
Wolfgang Krantz / lead guitar, bass
Werner Nadolny / organ, Mellotron
Peter Panka / drums, vocals

Brigitte Blunck / backing vocals (1), vocals (5)
Dieter Dierks / electronic f/x (6)
Ariane Gottberg / backing vocals (1), vocals (5)
Peter Heinemann / backing vocals (1)
Miriam Kalenberg / backing vocals (1), vocals (5)
Günter Körber / words, backing vocals (1)
Angelika Winkler / backing vocals (1), vocals (5)

1. Redskin
2. Out In The Rain
3. Dandelion
4. Moving
5. Waterfall
6. Like A Queen
7. Here We Are
8. Daytime (Single)
9. Hangman (Instrumental)
10. Here We Are (Single)
11. Redskin (Single)

sexta-feira, 25 de maio de 2012

The Souls Of Inspyration - Same (1970) (Canadá) (Superb Rock)


Like labelmates Jarvis St Revue and It's All Meat a very rare LP despite being on Columbia. A psych/prog mix with a late 60s feel in the vocals and organ but also baroque and classical influences.

This pop/rock band came from Sherbrooke, Quebec, although its members bar Cloutier originated from Red Lake, Ontario (near the Manitoba border). They had the honour of closing the activities at the Expo 70 musical presentations in Osaka following their win at a group competition at "Man and his World" on 7th and 8th July 1970.

Their album is quite sought-after and deservedly so. Pursuit, also issued as a 45, is a keyboard-driven number and sets the tone for the whole album. Other highlights:- Stranger and Sun Shines In Winter, both keyboard-dominated numbers with attractive harmonies and if you're into long keyboard progressives - try Dil Kusha. Recommended.

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01 - Pursuit - 2.44
02 - Stranger - 3.02
03 - Sun Shines in the Winter - 3.12
04 - Dil Kusha (Heart's Happiness) - 6.43
05 - Of Lams & Wolves - 6.11
06 - Eyes of Nature - 3.29
07 - Seasons of Change - 5.22
08 - Unknown Bonustrack - 1.58

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Dorian Gray - Idahaho Transfer (1976) (Germany)


Se você é meio doido por krautrock como eu, vai nessa, baixa o disco!

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- Claudia Schippel - vocals
- Filler F. Müschenborn - guitar, vocals
- Kurt I. Pätzold - drums
- Rüdiger Brune - keyboards
- Herbert Jassmann - bass

01. Idahaho Transfer - 4:04
02. Nighttime Is Colder Than Outside - 5:11
03. The Mole - 6:40
04. Extraordinary Exercises - 0:54
05. Quasimodo Shuffle - 12:22 including:
a). Crucus
b). The Doombox
06. July, 13th - 4:50

terça-feira, 22 de maio de 2012

Dialect - Will exist forever (1991) (BRASIL) (Progressivo)

Clássico progressivo nacional, lançado originalmente pela Faunus Records. Em 2008 a banda relança o álbum com duas bonus. Esta é a gravação original de 91. Dialect é uma banda de Art-Rock formada em 1987 tendo Nelson Coelho (Zero, Sotaque, Akira S ) na guitarra e vocal, Andrei Ivanovic (Blue Jeans, O Terço, Durex, Sotaque, Vultos, Okotô ) no baixo fretless e Miguel Angel (Durex, Sotaque, Okotô) na bateria e vocais de apoio. A música do grupo é construída a partir das referências culturais do rock progressivo, do hard rock, do jazz rock e da música folclórica oriental. Download

01. Vermelha
02. Mme. Blavatsky
03. Existence
04. Enigma
05. Animal
06. Anger
07. Seven Drunks
08. Misty Queen
09. Gunga Din

sábado, 19 de maio de 2012

Sopwith Camel - The Miraculous Hump Returns From The Moon (1973) (Psych Prog-Folk Rock)


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Pra ouvir as faixas vá ao site oficial da banda. Disco muito bom, recomendo!

Peter Kraemer (vocals)
Terry MacNeil (piano, guitar)
Norm Mayell (drums)
Martin Beard (bass)
William Sievers (guitar)
Jimmy Stringfellow (horns, keyboards, guitar)

01. Fazon (5:14)
02. Coke, Suede and Waterbeds (3:36)
03. Dancin' Wizard (3:03)
04. Sleazy Street (5:29)
05. Orange Peel (5:36)
06. Oriental Fantasy (4:54)
07. Sneaky Smith (4:37)
08. Monkeys on the Moon (3:12)
09. Astronaut Food (3:11)
10. Brief Synthophonia (0:53)

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Frob - same (1976) (Germany) (Krautrock, Jazz-Rock)


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- Philippe Caillat - guitar
- Peter Schmits - keyboards
- Klaus-Dieter Richter - bass
- Peter Meuffels - drums



1. Wassertropfen - 4:52
2. Spaces - 5:58
3. Calypso - 5:18
4. Spheres - 3:45
5. Flash - 4:12
6. Locomotive - 4:44
7. Hektik - 4:16
8. La Sieste - 6:27

terça-feira, 15 de maio de 2012

Zen Carnival - Inheritance (1999) (Prog)


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This (the first) album by Zen Carnival draws from the early UK progressive movement (very much akin to the likes of Genesis - Camel - Pendragon). It is professionally done and very interesting to listen to. I'd like to hear their second album Bardo.

Ken Pfeifer - lead and backing vocals, keyboards
Bill Denison - guitars, backing vocals
Jeff Park - bass guitar
Mike James - keyboards
Chris Geihe - drums

1. Big Sky (9:27)
2. Tigers (5:10)
3. Royalty (7:41 )
4. Water's Edge (10:22)
5. Inheritance (14:02)
1. Distant Rumbling
2. Into the Earth
3. The Meek
4. Icarus

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Sadistic Mika Band - Hot! Menu (1975) (Japan) (Hard rock , Glam rock , Jazz Fusion)

Grupo Japonês de rock formado em 1972. Seu nome é uma paródia do " Plastic Ono Band ". Produzido por Masatoshi Hashiba em Toshiba-EMI Records (agora EMI Music Japan ), a banda era liderada pelo casal Kazuhiko Kato (guitarra) e a cantora Mika Fukui. O álbum tem otimos momnetos.

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- Mika - female vocals
- Kazuhiko Katoh - vocals, guitar
- Masayoshi Takanaka - lead guitar
- Tsugutoshi Goto - bass
- Yukihiro Takahashi - drums
- Hiroshi Imai - keyboards
+
- Chris Thomas - producer


01. Time To Noodle (Sadistics) - 3:58
02. Mummy Doesn't Go To Parties Since Daddy Died (Hiroshi Imai, Masayoshi Takanaka) - 4:49
03. Aquablue (Imai, Takanaka) - 4:01
04. Mada Mada Samba (Kazuhiko Katoh, Yukihiro Takahashi) - 3:46
05. Hi Jack (I'm Just Dying) (Katoh) - 6:20
06. Okinawa (Strange Fish) (Sadistics) - 3:02
07. Style Is Changing (Katoh) - 3:04
08. Funkee Mahjong (Sadistics, TaKahashi) - 4:41
09. Tokyo Sunrise (Mika) - 4:35

domingo, 13 de maio de 2012

The Facedancers - same (1972) (USA) (Progressive Rock)


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- Dale Armour - flute, guitar, keyboards, vocals
- Scats Bloom - harmonica, percussion, vocals
- Kelley Moko - guitar, vocals
- Barry Armour - bass, guitar
- Michael Loy - drums, percussion
+
- Teo Macero - producer


01. Little Waterfall - 7:21
02. Dreamer's Lullabye - 5:44
03. Nightmare - 3:08
04. Jewels - 3:56
05. Let The Music Set You Free - 5:22
06. Children - 8:23
07. Beta - 6:07

Chris Braun Band - Singles (Germany) (Krautrock, Folk-Rock, Blues-Rock)


Completando a postagem da Chris Braun aqui vão alguns singles

Nur Wegen Dir (single)


chic & elegant (maxi)


ich will nicht weinen (single)

Fica faltando o álbum de 1983, "Ultrabraun", qu epublico semana que vem, ok!

sábado, 12 de maio de 2012

Morpheus - Rabenteuer (1976)


Download

- Gerold Adler - guitar, effects
- Heinrich Holtgreve - alto saxophone, percussion
- Peter "Rabe" Blömeke - bass, flute, percussion
- Alfred Franke - drums

01. Rabenteuer - 9:55
02. Brandung - 5:00
03. Breitmaulfrosch - 5:09
04. Oktober '74 - 2:16
05. Tanz der Morphine - 3:10
06. Abflug - 15:00
Bonus:
07. Morpheus jam - 20:04

Rontheo - Rontheo (1976) Krautrock


Download

Busch, Theo (1) (violin, guitar, percussion, vocals)
Tomaso, Ronnie di (1) (guitars, vocals)
Yedz (1) (guitar)

01. Music
02. Live
03. Lady From Heaven
04. Do It Again
05. By The Side Of A Clear Crystal Fountain
06. Zyclus
07. Although It’s Fine
08. Clouds Everewhere
09. Tomorrow Will Know

More infos

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Univeria Zekt - The Unnamables (1972) (France) (Zeuhl, Jazz-Rock, Fusion)


Download

- Christian Vander - drums, percussion, voice (06)
- Klaus Blasquiz - vocals (04,07), percussion
- François Cahen - pianos
- Francis Moze - bass, organ
- Teddy Lasry - saxophones, flute, organ
- Jeff Seffer - saxophones
- Tito Puentes - trumpet
+
- Claude Engel - electric and acoustic guitars
- Zabu - vocals (02)
- Lionel Ledissez - vocals (04)


01. You Speak And Speak And Colegram (Lasry) - 2:08
02. Altcheringa (Cahen/Zabu) - 3:27
03. Clementine (Lasry) - 3:00
04. Something's Cast A Spell (Lasry/Ledissez) - 4:19
05. Ourania (Vander) - 4:22
06. Africa Anteria (Vander) - 11:30
07. Ündïa (Vander) - 4:45

terça-feira, 1 de maio de 2012

POP EXPRESS (Jornalzinho da Revista Pop Alemã publicação nº 9 ) (1974)


Falei tanto na revista que não podia deixar de publicar algo haver com ela! Enjoy!! Importante dizer que é em alemão.
Leia aqui!

Novo link

Chris Braun Band - Both Sides (1972) e Foreign Lady (1973) (Germany) (Krautrock, Folk-Rock, Blues-Rock)

Semana passada fiz um especial no programa Contramão com a cantora “Cris Braun”, esta semana tem "Chris Braun" aqui no blog e no programa também, reparem na diferente grafia dos nomes, Cris é uma cantora Brasileira com três discos solo e dois com a banda Sex Beatles, já Chris é uma cantora Alemã da qual sei pouco ou quase nada a não ser que gravou dois discos nos anos 70. Bem, que eu saiba são apenas dois álbuns, se alguém souber de mais algum, por gentileza me avise!

Pois esta semana o blog e o programa se dedicam a cantora Alemã, são dois álbuns bastante raros, nunca vi por ai, mas deve ter se procurar bem acaba achando. Nos anos 70 eu tinha o hábito de comprar uma revista publicada na Alemanha que era vendida, que eu saiba, numa única banca em Ipanema, zona sul do Rio, embora não entendesse muito bem o estava escrito foi através desta publicação que conheci muitas das bandas que adoro até hoje.

Naquela época era bem complicado conhecer, achar e comprar álbuns importados, conhecer era a primeira etapa de muitas.

A revista que se chamava “Pop” anos mais tarde houve uma publicação homônima por aqui, a Alemã era de longe muito melhor que a tentativa nacional, que não era ruim, apenas pouco informativa, trazia em suas publicações mais do mesmo a meu ver, enfim... Foi através da “Pop Alemã” que conheci bandas como Chris Braun Band, Atlantis, Grobschnitt, Karthago, Frumpy, Release Music Orchestra, Novalis, Siloah, Altona, Jane, Eloy, Tomorrow's Gift, Pell Mell, Udo Lindenberg, Volker Kriegel , Nektar , Embryo, citando apenas algumas das bandas Alemãs que eram, não digo o principal foco, mas uma grande parte da edição, a publicação trazia o universo musical europeu pra dentro da minha casa e isso era o máximo, comecei a correr atrás de discos sem nem ao menos ter ouvindo antes, e fui conhecendo, descobrindo e me maravilhando com este universo mágico, posso dizer que devo muito do meu conhecimento musical a esta revista, ainda tenho alguns fragmentos de suas edições, (confesso que as revistas foram destruídas por mim mesma que com o mania de fazer colagens, recortei as revistas em prol de algumas colagens históricas em portas internas de armários ainda tenho alguns), dentro da revista além de um pôster vinha um jornalzinho em papel jornal e preto e branco, deste vou postar uma edição de 74 que traz uma nota sobre a “Chris Braun Band” que fotografei, as outras vou fotografando e postando aos poucos. Só pra arrematar o pensamento conhecer, achar e comprar, uma vez que sabia o que queria começava a busca, lojas, lojas e mais lojas, andava muito... Uma vez que conseguia “achar” (isso as vezes podia levar anos, sem brincadeira), a parte chata, “pagar“, eles sempre eram caros. Hoje tudo é muito mais fácil com o incontável número de blogs dedicados ao assunto, a gente pode pesquisar e encontrar pérolas com uma rapidez absurda, mesmo pra quem como eu que só tem acesso à internet discado por questões geográficas. Ouvir, gostar ou não ficou tão simples que até dá raiva, rs! Comprar o original ainda continua sendo um problema, nem sempre se encontra em cd original, vinil então ficou ainda pior, mas ainda assim muito mais simples que anos atrás. Depois de demonstrar todo meu amor por esta revista volto ao foco da publicação que é a maravilhosa Chris Braun Band, sensacional mesmo, os discos trazem musicas ótimas, algumas a gente já cantarolando de cara, tem o famoso grude auditivo, som típico dos anos 70 com partes viajandonas, lembra um pouco o som feito pelos compatriotas do “Atlantis” (inclusive o timbre da Chris é comparável ao da Inga) o som as vezes tem uma pegada funk (leia-se aqui o funk original dos anos 70, não este totalmente distorcido dos tempos atuais), bem ritmado, harmônico e gostoso de ouvir, vale a pena conferir.
1972
All words and music by Chris Braun.
01. Town Of Children's Blocks - 4:58
02. Comfort Me In Hell - 2:10
03. Untrue World - 2:12
04. Magical Light - 2:50
05. Anxiety - 6:59
06. Paul - 4:17
07. Icy Shapes - 6:15
08. Things For You And Me - 5:14
09. April Fool - 0:10

Chris Braun - lead female vocals
Elmar Krohn - guitars, flute, percussion, vocals
Horst Schreiber - guitars, percussion, vocals
Jochen Bernstein - bass
Bill Bakine - drums, percussion
1973
01. Nobody But You (Pauer/Adamkewitz/Adamkewitz/Braun) - 4:28
02. Foreign Lady (Adamkewitz/Braun) - 7:33
03. Times Growing Worse (Adamkewitz/Adamkewitz) - 3:19
04. While You Are Thinking (Adamkewitz/Braun) - 2:06
05. The Narrator (Adamkewitz/Braun) - 4:08
06. He's Got No Joker (Neukirch/Melchers/Braun) - 3:37
07. Be Proud (Melchers/Melchers/Braun) - 9:32

Chris Braun - lead female vocals
Klaus Melchers - keyboards
Bernd Adamkewitz - guitar, saxophone
Jochen Bernstein - bass
Elmar Krohn - drums
+
Dieter Dierks - producer, engineer
Jiggs Whigham - trombone (06)