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Obrigada
Márcia Tunes
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Thanks
Marcia Tunes

Para os Krautmaniacos



Visite meu novo blog totalmente dedicado ao Krautrock, divirta-se! Curta, comente, compartilhe!

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terça-feira, 31 de maio de 2011

Twogether - A Couple Of Times (1973)


A Couple of Times is an exubberant-powerfully tripped out jazzy-electronic trip. With bands as Kollektiv, Kraan, Out of Focus, Xhol (...) Twogether represent the jazziest side of krautrock. Their sound is rather atypical with reminiscence of notorious epic symphonic keyboardists (I'm thinking notably to early Keith Emerson with The Nice). A couple of Times is a patchwork of musical styles and influences, an imaginative trip through coulourful, soulful and freely improvised jam sessions. This is mostly instrumental. The album starts with a collection of groovy-spacey electronic pieces built on endless keys / grand piano improvs and jazzy drum sets, admitting discreet acid pop-ish vocals. The album contains some basic-moody psych pop ballads (I look around, Meet me Every Day ...) featuring warm organic chords. Bolero is an epic spaciousness, including dense buzzing keyboards and majestic-desperate-heroic melodies. Fusion closes the album with the cloudy-abstract electronic poetry called Fusion. Despite that it was recorded during the 70's it sounds more like mellow-psych combos of the 60's. A Couple of Times remains a deliciously psychedelic, jazzy, neo-classical orientated musical trip. A little classic and a must have for all prog-heads of the first era. Excelente álbum, recomendo a todos e não somente aos fãs de Kraut. Altamente recomendado!

Klaus Bangert - vocals, organ, piano, synth
Reinhard Fischer - drums, percussion, synth

1. Percussion
2. Don't cry
3. Out of range
4. Make me feel alright
5. On the move
6. Toss-up
7. I look around/Meet me every day
8. Bolero
9. Cathedral
10. Fusion

Bonus-Tracks:
11. I was away too long
12. I've found a love again

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domingo, 29 de maio de 2011

Merlin, Swara, Ilor & Friends - Cosmic Kraut Experience


Este é sem dúvida um disco que gosto muito. Merlin, Swara, Ilor & Friends, mais obscuro que este acho dificil de achar, rsrsrs! Informações são bem vindas, não achei nada que já não soubesse na web. O que sei é o seguinte: Uns loucos se reunem e gravam esta maravilha, os loucos são: SWARA SAMRAT, CAPTAIN ILOR, HERMAN THE GERMAN, SPACEMAN e MERLIN: SUSANNE GNEISENBERG, FRIEDHELM FINKE, PETER KRISCHNOWSKI e ACHIM REICHEL.

Side A Cosmic Kraut Experience A - 23:55
Side B Cosmic Kraut Experience B 18:52

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Baumstam - On Tour (Germany)


Aqui temos um disco gravado de forma meio tosca, crua, mas é um otimo disco, a gravação é tosca talvez por falta de recursos melhores ou não, ao certo não posso dizer, se isso foi algo proposital ou não, o disco é bastante melódico, com excelentes passagens! Recomendo!


O que esperar de um disco de krautrock para os não adeptos do genero? Experimentalismo ao extremo, mas para uma definição mais abrangente vamos copiar/colar a explicação da Wikipédia, porque a preguiça de escrever me consome!

#Krautrock (Kosmische Musik, Kraut, ou ainda Krautwave) é um nome genérico atribuído às bandas experimentais na Alemanha do fim da década de 1960 e começo da década de 1970. Era originalmente um termo utilizado de forma pejorativa pela imprensa musical inglesa, e acredita-se que tenha sido criado por ela a partir da expressão popular Kraut, que significa uma pessoa alemã e por sua vez derivada do prato tradicional alemão chucrute, sauerkraut (literalmente "repolho azedo"). No entanto, muito por causa do sucesso dessas bandas, o termo ganhou mais tarde um significado positivo sendo atualmente visto como um título de reconhecimento ao invés de insulto.

Bandas tipicamente definidas como krautrock do começo de 1970 são Tangerine Dream, Faust, Amon Düül II e Can, além das associadas ao produtor Conny Plank, como Neu!, Kraftwerk e Kluster. Essas bandas manifestavam uma reação ao vácuo cultural na Alemanha pós-Segunda Guerra Mundial e de forma geral rejeitavam a cultura Anglo-Americana em favor de uma definição própria, mais radical e experimental, do que seria a nova cultura alemã.

O krautrock, em termos musicais, pode ser considerado uma síntese de influências que transitam entre a psicodelia de nomes como Pink Floyd (em sua fase inicial), La Monte Young e Velvet Underground e as vanguardas eruditas do século XX (músicas concreta e eletroacústica), incluindo ainda passagens pelo minimalismo, pelo atonalismo e pelo free jazz. É caracterizado por um gosto obsessivo por dissonâncias, ruídos, colagens sonoras, improvisação e ritmo, freqüentemente preocupando-se mais com o timbre do que com a melodia.

Gêneros como o pós-punk (Pere Ubu, The Fall, Joy Division e PIL), música industrial (Einstürzende Neubauten), rock alternativo (Sonic Youth), eletrônico (Gary Numan, Throbbing Gristle e Cabaret Voltaire) ou mesmo o som de bandas como Mouse On Mars e Stereolab tiveram alguma inspiração no krautrock.

Um erro freqüente é a classificação de toda a cena rock alemã dos anos 70 com a utilização da denominação krautrock: é quase normal encontrar artigos que tratam o termo como uma espécie de "saco sem fundo" e que terminam por incluir bandas de hard alemão como Lucifer's Friend e Eloy nessa categoria, o que é um grande erro. Tradicionalmente, o krautrock é sinônimo de ruptura com o paradigma "vejam o quão rápido podemos tocar", substituindo-o por "vejam o quão longe podemos ir". O uso da criatividade em detrimento da velocidade é ressaltado pelo uso freqüente do chamado motorik, ou seja, batidas em tempo 4/4 muito utilizado pelas bandas da época.

Embora o termo Kosmische Musik tenha sido usado para designar as bandas do que era entendido (na época) como o rock progressivo da Alemanha, hoje é utilizado com um sinônimo para o Krautrock.

Um das compilações mais representativas do gênero pode ser encontrada na coletânea Space Box - 1970 & Beyond, lançada pela Cleopatra Records em 20 de agosto de 1997.#Wikipédia

Ulrich Klawitter - Guitar, Vocals
Michael Lobbe - Guitar
Volker Wobbe - Bass
Gerhardt Meyer – Drums

1 On Tour 3:18
2 Lucky Strike 3:27
3 Hold Me 6:03
4 Jazz Break 3:43
5 Dusty Roads 3:52
6 Girl I Want to Stay Into Your Fire 3:40
7 Last Letter 4:50
8 Fifteen Years Old Mary 5:18
9 He's a Liar 5:41
Bonus Tracks
10 Roots One 7:38
11 Arbeit 9:35
12 Leben 4:05
13 Roots Two 5:45

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sábado, 28 de maio de 2011

Achtzehn Karat Gold - All Bumm (1973) (Germany)


Quem vem aqui com uma certa frequencia sabe que sou Krautmanic, e estou postando bandas que gosto muito do genero, esta é uma delas, bastante obscura, muito bom o disco recomendo! Banda formada por membros do Amon Düül II, Motherhood e Embryo, lançaram "All Bumm" em 1973. Achtzehn Karat Gold ou 18 Karat Gold.

1. Going home
2. Come on Monday
3. Flying
4. Goldrush
5. Star-eyed
6. Dr. Stein
7. Elektric infected
8. I am just a man
9. See me in your dreams
10. If my guru would know
11. Cool

Jörg Evers - guitar
Keith Forsey - drums
Klaus Ebert - guitar
Lothar Meid - bass

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domingo, 22 de maio de 2011

Zweistein - Trip Flip Out Meditation (70) Krautrock

Zweistein só fez um álbum em sua carreira, que foi lançado pelo selo Philips em 1970 como um álbum triplo em uma exótica capa em ouro e prata metálicos com um pequeno espelho circular na tampa frontal. Musicalmente não é nada convencional, se valendo de enormes experimentações, Trip Flip Out Meditation é uma viagem sonora perturbadora. O álbum é uma inquietante colagem de sons, ruídos estranhos e instrumentos construídos em casa, que juntos criam uma atmosfera surrealista. Um dos mais desafiadores álbuns do krautrock. Zweistein teve uma importante contribuição no desenvolvimento do Krautrock, ao lado de Kraftwerk e Cluster.

Disc 1:
1. In (19:52)
- a. Beginning
- b. Analysis Of Tune
- c. To Hear Inside
- d. A Very Simple Song
2. Out (16:59)
- a. Misty Tour
- b. Water Sound
- c. Television
- d. Organ Dreams (A Very Simple Song)

Disc 2:
3. Wrong (18:03)
- a. Children's Golden Dream
- b. To Become A Child
- c. Children's Golden Dream
4. Right (18:02)
- a. Everything Returns
- b. Indian Child
- c. The Theory Of Relativity

Disc 3:
5. Point (18:08)
- a. Atomical Fantasy (electronic)
- b. Incarnation
- c. Childhood's Church
- d. Life Train
- e. Dream Of Love And Death
- f. Atomical Fantasy
6. Circle (15:14)
- a. Verdi's Soul Born Again
- b. Mind Beat
- c. Himalaya's Way
- d. Heaven Bridge
- e. Out Of Time
- f. Atomical Fade Out

- Jacques Dorian
- Suzanne Doucet
- Diane Doucet

Instruments played by Zweistein: disc 1 - electronic effects, guitars, drums, sounds, voices, organ and other instruments; disc 2 - voice, drums and other instruments; disc 3 - electronic effects, atommelodies, inductions, organ drums, flute, melodica, harmonica, voices, guitar clocks, steps, bells, barrel-organ and other instruments.

Additional:
- Peter Kramper / sound, electronic effects
- Jacques Dorian / lyrics, compositions, realisation

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sábado, 21 de maio de 2011

Ya Ho Wa 13 - I'm Gonna Take You Home (1974) US Krautrock

Disco muito louco, de uma figura muito figura (Pai Yod, guru esotérico e líder espiritual) rsrsrs!!! Muito louco!

*Ya Ho Wha 13 is a hippie-like musical tribe founded in 1969 (Los Angeles) by the esoteric guru & spiritual leader Father Yod. The music of Ya Ho Wha 13 is exclusively made of wild-freaked out-tribal-sexadelic improvisations dominated by weird recitations, fuzzed out guitar leads, epiphanic acoustic instruments and ritual-like drums. The communal and musical circle published their best efforts in 1974 with the supreme & cult "Penetration: an aquarian symphony" at the top of the list. Father Yod also published several albums under the name Father Yod and the Spirit of 76'. After Father Yod's tragic death in 1975, the musical tribe published Goden Sunrise (1977) and Yodship (1977). Father Yod's Ya Ho Wha 13 remains a real tasty, subversive and contemplative psychedelic musical experience. Rather unique in musical history. (*Progarchive)

1. One (7:46)
2. Two (7:14)
3. Three (5:27)
4. Four (16:33)
5. Five (12:55)

Father Yod - Vocals
Djin - Guitar
Sunflower - Bass
Octavius - Drums
Zinuru - Sound

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sexta-feira, 20 de maio de 2011

Yatha Sidra - A Meditation Mass (1974) Krautrock


Discaço! Viajandão, com todos os elementos que fazem um belo álbum meditativo, complexo, se você não curte um som lento, pode passar batido, esqueça este disco, ele não é pra você. Álbum um pouco obscuro ideal para os fãs ardorosos do Kraut, assim como eu! Enjoy! Eu recomendo!!!

*After several vain attempts in many bands, the brothers Rolf and Klaus Fichter finally found in 1973 their own musical identity. At this time the band original name BRONTOSAURUS changes to YATHA SIDHRA, a musical name which is really suitable for the new musical orientation taken by the two musicians. Particularly attentive to ethnic and meditative influences in popular music, they began to work on a long & epic piece called "A Meditation Mass" (under the influence of the famous Achim Reichel, the virtual member of the band who produces the album in 1974).

The first intention was to create a dreamy musical landscape where the Moog synth, the flute & traditional "percussive" instruments play an important part. Seen as a concept album, "A Meditation Mass" is almost exclusively instrumental. A long suite divided in two themes with two variations for each one. A beautiful and ecstatic musical journey. Their sound oscillates between "pastoral" folk music, spacey rock with the addition of discreet jazzy accents. After this impressive work, YATHA SIDHRA is dissolved. At the beginning of the eighties, the brothers Fichter formed a new band called DREAMWORLD. A more synth meditative pop orientated music but it's worth checking. (*Progarchive)

Rolf Fichter - Moog synthesizer, Indian flute, vibes, electric piano, electric guitar, vocals
Klaus Fichter - drums, percussion
Matthias Nicolai - electric 12-string guitar, bass
Peter Elbracht - Flute

1. A Meditation Mass Part 1 (17:45)
2. A Meditation Mass Part 2 (3:13)
3. A Meditation Mass Part 3 (12:00)
4. A Meditation Mass Part 4 (7:16)

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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Zippo Zetterlink - In The Poor Sun (1971) Krautrock

Early and rare trippy-bluesy krautrock project from Hamburg underground scene. Este disco é muito raro, eu queria muito fazer esta postagem já a algum tempo, enfim consegui, enjoy!

This album appeared on the scene in 1971 originally self-released by ZIPPO ZETTERLINK and later re-issued by the US label Psycho Path Records. A collection of live recordings at the Blow Up Club in Munich from 1969, a festival in Hamburg and some studio output from 1971. Rough free formed jams by guitarist Wolfgang Orschakowski hailing from the Hamburg underground scene. Although he is supported
by drums, bass, percussion and flutes at least the album cover does not tell anything about the line-up.

Improvised psychedelic blues might be a fairly suitable description about what you are listening to when starting with the long track 'At Sunday Night In The Blow Up' recorded live in Munich which covers one vinyl side. Not very inspiring as for my personal taste over the course of time. Kaputt - literally could be translated to 'wasted' - does not sound like this at all. Much more drum dominated nearly
soloing all the way through and accompanied by a great accentuated guitar with early Clapton reminiscences plus some flute additions - something special - this is a really excellent track!

On Ein Gemmenmärchen Zippo trys to sing but the result is not more than some sprechgesang with this typical charming accent backed by a simple blues theme. With It's Groovy, The Electric Light Machine, Boy another great track comes up - this time dominated by playful bass plus percussion support. Take Over, Electric Light is proving the album's experimental side when blending samples, radio snippets and a semi-acoustic blues guitar.

Another highlight digged out from the depths of the german music history - containing simply structured jams but also more sophisticated songs - 3.5 stars. Recommended to krautrock collectors. By the way - Psycho Path has even gone one better and released a new ZIPPO ZETTERLINK album in 2008 containing other rare recordings from this mysterious band. (Texto Abduzido do progarchive)

1. At Sunday Night In The Blow Up (20:42)
2. Kaputt (8:15)
3. Ein Gemmenmärchen (3:14)
4. It's Groovy, The Electric Light Machine, Boy (5:56)
5. Electric Light (3:17)

Wolfgang Orschakowski - guitar, vocals, radio

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domingo, 15 de maio de 2011

Yockie and Chrisye - Jurang Pemisah (1978) (Indonesia Symphonic Prog)


Se você não se incomodar com o idioma nada comum aos nossos ouvidos, pode baixar, eu como sou uma defensora do idioma de origem da banda, adoro! Este é um disco muito bonito, a capinha remete ao álbum nacional do Lô Borges, lembra? Experimente este som, eu recomendo!

01 - Jeritan Seberang
02 - Jurang Pemisah
03 - Sirna
04 - Mesin Kota
05 - Putri Malam
06 - Dendam
07 - Gerutu Menggerutu
08 - Harapan
09 - Dia

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sábado, 7 de maio de 2011

Ricky Gianco, Gianfranco Manfredi e Ninni Carucci - Disco dell'Angoscia (1975)


Um clássico Italiano, bem se não é, deveria ser! Na verdade você ouve este disco como quem vê um filme, é um álbum interessantissimo, rola até um sambinha no meio da loucura dos caras, este disco é um projeto do cantor, guitarrista, compositor e produtor musical italiano Ricky Gianco com Gianfranco Manfredi e Ninni Carucci! Ultima Spiaggia é o nome do selo criado pelos caras. Altamente recomendado!

1975: Disco dell'angoscia (Ultima Spiaggia, ZLUS 55181; con Gianfranco Manfredi, Ninni Carucci e altri)

a1. L'incidente
a2. Voglio vivere
a3. Motivo angoscia 1
a4. Canto delle streghe e del demonio
a5. Motivo angoscia 2
a6. Samba della tortura e della guerra
a7. Che cosa è...

b1. Motivo angoscia 3
b2. Rock della ricostruzione
b3. Davanti al nastro che corre
b4. Motivo angoscia 4
b5. Zucchero mio
b6. Piacere e potere
b7. Motivo angoscia 5
b8. L'incidente

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domingo, 1 de maio de 2011

Vlatko Stefanovski - Treta Majka (with Miroslav Tadic)


Vlatko Stefanovski nasceu em 1957, em Prilep, Macedónia. Começou a tocar violão aos 13 anos. Na sua adolescência formou o grupo LEB I SOL. Tornou-se um dos maiores nomes da cena musical ex-YU. A banda tocou um estilo particular de música de fusão, uma mistura de tradicional macedônio e rock contemporâneo. Este álbum foi gravado com o guitarrista Miroslav Tadic (Bósnia), e com Theodosii Spasov dando sua valiosa contribuição tocando KAVAL, que pra quem não sabe "é uma flauta cromática end-blown tradicionalmente usada por todo o Azerbaijão, Turquia, Bulgária, Macedónia, Albânia, Kosovo, Sérvia sul (кавал), norte da Grécia (καβάλι ou τζαμάρα), Roménia (cava) e Armênia (Բլուլ ou blul). O kaval está principalmente associada com os pastores da montanha na região dos Balkans e na Anatolia. Ao contrário da flauta transversal, o kaval é totalmente aberto em ambas as extremidades, tem 8 furos (7 na dianteira e um na parte traseira para o polegar). Como uma flauta de madeira Kaval é semelhante ao "Ney" do mundo árabe". Um disco simples e por isso mesmo extremamente sofisticado, delicado! Altamente recomendado!

Vlatko Stefanovski - nylon, steel string & Dobro guitars
Miroslav Tadic - nylon string and baritone guitars
Theodosii Spasov - kaval

01. Sanoc sedam treno
02. Ne si go prodavaj Koljo?
03. More sokol pie
04. Anadolu Oyun Havasi
05. Kalesh Andjo
06. Kasapsko oro
07. Opa-iha
08. Kirajdzice, jabandzice
09. Ej ti momce Ohridjance
10. Eleno mome

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sábado, 30 de abril de 2011

Tesis Arsis - Ilusões (2002) Brasil

Nascido em Maio de 1958, Anderson Rodrigues (Rio de Janeiro, Brasil), cresceu em uma família com a mãe e a avó tocando piano e ele costumava ir dormir ouvindo música clássica. Aos 10 anos de idade, seu tio lhe presenteou com seu primeiro violão. Na idade de 12 anos, ele começa a tocar bateria em um grupo cover, realizando apresentações em pequenos clubes locais. Em julho de 1972 sua família se mudou para outra cidade (Brasília, Brasil). Com 16 anos, começou a compor suas primeiras músicas. A partir deste momento começa a se dedicar ao violão de novo e entra na Escola de Música de Brasília, estudando violão clássico. Volta para a cidade do Rio de Janeiro (Brasil) em 1980. Nesta década, ele continua a compor músicas de forma intensiva, variando de prog rock, hard rock, new age e até baladas pop / folk e entra na Escola de Música Villa-Lobos, estudando piano clássico, teoria musical e harmonia. O período de 1989 e grande parte da década de 90 foi importante devido ao contato próximo com amigos e fãs de boa música. Este é também o tempo de Anderson compra sua primeira guitarra elétrica e seu irmão Gelson sua bateria. O resultado mais importante e rentável em termos de grupo musical foi o grupo formado por: Anderson Rodrigues (guitarra, violão e bateria), e seu irmão Gelson Rodrigues (bateria), amigos de Cláudio Fonseca (teclados) e seu irmão Maurício Fonseca (baixo ). O resultado era previsível um grande número de músicas novas. Recomendadissimo!

Anderson Rodrigues - keyboards & electric guitars, basses & drums programming

1. Ilusões (12:58)
2. Cemitério dos Vivos (15:58)
3. Global (11:11)
4. Num Tempo Só (6:03)
5. Hale Bopp (19:17)

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terça-feira, 26 de abril de 2011

The Lollipop Shoppe - Just Colour (1968)

Liderado pelo vocalista Fred Cole, este é o único álbum do Lollipop Shoppe que é considerado como um dos LPs mais punk psicodélico, e também como um dos melhores registos de rock one-shot do final dos anos 60. A banda abriu para as estrelas, como Janis Joplin e The Doors, e apareceu no filme Angels from Hell. O álbum foi pirateado, o rótulo musical Maniac anunciou uma reedição, mas não apareceu. O Lollipop Shoppe lançado mais um single, "Someone I Knew" b/w "Through My Window", antes de se separarem em 1969.
Fred Cole (lead vocals)
Ron Buzzell (vocals, rhythm guitar)
Ed Bowen (vocals, guitar, lead guitar)
Bob Atkins (bass)
Tim Rockson (drums)
John the Greek (piano, organ)
Carl Fortina (accordion)

01 - You Must Be A Witch
02 - Underground Railroad
03 - Baby Don't Go
04 - Who'll Read The Will
05 - It's Only A Reflection
06 - Don't Look Back
07 - Don't Close The Door On Me
08 - It Ain't How Long
09 - It's Makin' It
10 - I'm Gonna Be There
11 - You Don't Give Me No More
12 - Sin
13 - Someone I Know
14 - Through My Window
15 - Mr. Madison Avenue
16 - Who's It Gonna Be

Related Artists: Dead Moon, Pierced Arrows, Zipper
Also Known: As The Weeds, Mule
Genres: Garage Rock

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domingo, 24 de abril de 2011

Volker Kriegel - Spectrum - 1971 (Germany)

Altamente recomendado este álbum jazz rock do guitarrista Volker Kriegel.

A1 Zoom 6:57
A2 So Long, For Now 3:52
A3 More About D 9:42
B1 Suspicious Child, Growing Up 4:00
B2 Instant Judgement 3:45
B3 Ach Kina 5:14
B4 Strings Revisited 7:20

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Peter Michael Hamel - Nada (1977)


No dia 6 de abril postei o Hamel do Peter Michael Hamel, então nem preciso dizer nada a respeito do cara, né!

A1 Nada 6:20
A2 Silence 5:15
A3 Slow Motion 5:00
B Beyond the Wall of Sleep 23:40

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sábado, 23 de abril de 2011

Donald Byrd - Stepping Into Tomorrow (1975)

Donald Byrd é o meu trompetista de jazz preferido, tenho alguns álbuns dele e gosto de todos. Ontem por coincidencia um ilustre visitante, Henrique me fez alguns pedidos entre eles Donald Byrd, que havia upado na durante a semana par futura postagem, então Henrique, aqui esta um dos que pediu! O cara tem uma extensa discografia e é considerado um dos principais do estilo hard bop da geração pós-Clifford Brown.

Stepping Into Tomorrow 5:11
Design A Nation 4:19
We're Together 4:23
Think Twice 6:10
Makin' It 3:45
Rock And Roll Again 6:09
You Are The World 4:29
I Love The Girl 3:53

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sexta-feira, 22 de abril de 2011

Claude Bolling Trio - Jazz a la Francaise (1984)


Claude Bolling (Cannes, 10 de abril de 1930), é um renomado pianista, compositor e arranjador Francês. Trabalha também ocasionalmente como ator.

Nascido em Cannes, estudou no conservatório de Nice e posteriormente em Paris. Criança prodígio, aos 14 anos tocava jazz ao piano profissionalmente com Lionel Hampton, Roy Eldridge e Kenny Clarke. Seus livros de técnica jazzística mostram que não se aprofundou muito além do bebop no jazz de vanguarda. Entretanto, foi uma figura importante no reavivamento do jazz tradicional ocorrido no fim da década de 1960, tendo feito grande amizade com Oscar Peterson.

Escreveu música para mais de cem filmes, na maioria franceses. Sua primeira trilha sonora foi para um documentário de 1957 sobre o festival de Cannes. Além disso, compôs para os filmes Borsalino (1970) e California Suite (1979).

Bolling também é conhecido poe uma série de colaborações com músicos eruditos. Sua Suite para Flauta e Trio de Jazz (Suite for Flute and Jazz Piano Trio), com Jean-Pierre Rampal, uma mistura de elegância barroca e ritmo moderno, foi um campeão de vendas durante muitos anos e foi seguido por outros trabalhos no mesmo caráter. Seu trabalho foi particularmente popular nos Estados Unidos, onde eseve por dois anos nas paradas de sucesso, além de constar do Top 40 da Billboard por 530 semanas, isto é, cerca de dez anos.

Após o trabalho com Rampal, Bolling trabalhou com vários outros músicos de diferentes gêneros, incluindo Alexandre Lagoya, Pinchas Zukerman, Maurice André e Yo-Yo Ma. Tocou também, além de prestar tributos a vários outros, como Lionel Hampton, Duke Ellington, Stéphane Grappelli, Django Reinhardt e Oscar Peterson.

Jazz a la Francaise é simplesmente maravilhoso! Recomendadissimo!!!

* Claude Bolling Plays Duke Ellington (1959)
* Cat Anderson, Claude Bolling And Co. (1965)
* Original Ragtime (1966)
* Original Boogie Woogie (1968)
* Original Piano Blues (1969)
* Original Jazz Classics (1970)
* Original Piano Greats (1972)
* Swing Session (1973)
* Jazz Party (1975)
* With the Help of My Friends (1975)
* Keep Swingin' Volume 4 (1975)
* Suite for Flute and Jazz Piano (1975)
* Hot Sounds (1976)
* Concerto for Guitar and Jazz Piano Trio (1975)
* Suite for Violin and Jazz Piano Trio (1977)
* Jazz Gala 79 (1979)
* Just For Fun (1980)
* Picnic Suite for Guitar, Flute and Jazz Piano Trio (1980)
* Toot Suite (1981)
* Claude Bolling (1981)
* Suite for Chamber Orchestra and Jazz Piano Trio (1983)
* Suite for Cello and Jazz Piano Trio (1984)
* Jazz a la Francaise (1984)
* Live at the Meridien (1985)
* Suite No. 2 for Flute and Jazz Piano Trio (1987)
* Nuances (1988)
* Sonatas for Two Pianos (1989)
* Cross Over U.S.A. (1993)
* Enchanting Versailles - Strictly Classical (1994)
* A Drum is a Woman (1997)
* Tribute To The Piano Greats (2003)

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Bike - same (1978)

Pra quem curte um bom rock and roll sem muita frescura, banda rara, rarissima eu diria, minha irmãzinha Isabel que me apresentou esta reliquia. Pouco se sabe sobre o grupo a não ser que teve uma vida curta e não teve oportunidade de lançar outros álbuns, apenas este por um selo local, o vocalista Don Pierle (irmão de McKay's Ray Pierle, Indiana band) era uma figura carismática na cena local. Recomendo!



L to R: Brian Craig, Mike Wildman, Jerry Field, Don Pierle & Barry Stone

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segunda-feira, 18 de abril de 2011

Unknown Legends of rock 'n' Roll


Trata-se do disco que acompanha o livro, cujo subtítulo é “PSychedelic Unknowns, Mas Geniuses, Punk Pioneers, Lo-Fi Mavericks & More” . Ambos trazem excelente material, e o livro e recomendadíssimo se você não tiver problemas com a Língua Inglesa (Não existe versão do idioma nacional). Uma das pouquíssimas obras de referência que tratam de bandas obscuras. Catei o meu na Livraria Cultura.
O Link abaixo é para download o CD que acompanha o livro. Pra quem ficou curioso, segue a lista das faixas:

01 John's Children - Smashed Blocked
02 Music Machine - Point of No Return
03 Cleaners from Venus - Clara Bow
04 Rising Storm - Frozen Laughter
05 Savage Rose - A Girl I Knew
06 Mystic Tide - Frustration.
07 Fapardokly - Super Market
08 Outsiders - Sun's Going Down
09 Penelope Houston - Qualities of Mercy
10 Savage Republic – Ceremonial
11 Deviants - Nothing Man
12 Aisha Kandisha's Jarring Effects - Sankara

http://www.multiupload.com/YFAPNX8MON

domingo, 17 de abril de 2011

Terry Riley - A Rainbow in Curved Air (1969)


Altamente Recomendado!!!

Sua música é baseada na improvisação.

In C (1964) é talvez a obra mais conhecida de Riley. Publico em outra ocasião, no momento quero que vocês curtam este maravilhoso álbum "A Rainbow in Curved Air". Que inclusive para efeto de curiosidade inspirou Pete Townshend em "Won't Get Fooled Again" e "Baba O'Riley", como mencionado no titulo da ultima canção.

Ele tem influenciado o trabalho de John Adams, Robert Carnevale e Philip Glass.
Sua forma foi uma inovação: a peça é composta de 53 módulos separados de aproximadamente uma medida cada um, cada um contendo um padrão musical diferente, mas cada um, como o título indica, no tom de C.

Na década de 1950 ele já estava trabalhando com laços de fita, uma tecnologia então na sua infância, e ele continuou manipulando fitas para efeito musical, tanto em estúdio e em performance ao vivo, ao longo de sua carreira. Compôs em apenas entonação, bem como peças microtonais.

Riley colaboradorou com Rova Saxophone Quartet, Pauline Oliveros, the ARTE Quartett e the Kronos Quartet.

* 1965: Reed Streams
* 1968: In C
* 1969: A Rainbow in Curved Air
* 1970: Church of Anthrax, with John Cale
* 1972: Persian Surgery Dervishes
* 1975: Descending Moonshine Dervishes, Kuckucku Records
* 1978: Shri Camel for solo electronic organ tuned in just intonation and modified by digital delay
* 1984: Terry Riley: Cadenza on the Night Plain, a collaboration with the Kronos Quartet
* 1986: The Harp of New Albion, for piano tuned in just intonation
* 1987: Chanting the Light of Foresight, with Rova Saxophone Quartet in just intonation
* 1996: Poppy Nogood and the Phantom Band
* 2002: Sun Rings for the Kronos Quartet
* 2004: The Cusp of Magic, with Kronos Quartet, composed for his seventieth birthday, an ode to the rite of Midsummer Eve
* 2010: Two Early Works, the first-ever recordings of two of Riley's early compositions, performed by the Calder Quartet

http://www.terryriley.net

Hiromi Uehara and Chick Corea - Duets


Hiromi Uehara é uma pianista e compositora japonesa, jovem compositora, nascida em 26 de março de 1979, sua técnica é impressionante, fiquei chapada com os álbuns que ouvi, e devo confessar minha ignorancia musical que só vim a conhecer seu som a pouquissimo tempo. Justamente ouvindo este álbum com Chick Corea (que amo). A partir da audição deste álbum, obvio, como era de se esperar fui atras de outros e tenho os três primeiros álbuns de estudio que são: Another Mind (2003), Brain (2004), Spiral (2006) sendo este último o meu preferido (prometo posta-los em breve).

O disco é fantástico, ouçam com atenção! Recomendadissimo!

Álbuns de estúdio (como "Hiromi")

* Another Mind (2003) (Jazz/Fusion)
* Brain (2004) (Jazz/Fusion)
* Spiral (2006) (Fusion/Progressivo)
* Place to Be (2009) (faixa bônus: solo de piano de Akiko Yano)

Álbuns de estúdio (como "Hiromi's Sonicbloom")

* Time Control (2007)
* Beyond Standard (2008)

DVDs

* Hiromi Live in Concert (2005)
* Hiromi’s Sonicbloom Live in Concert (2007)

Outros

* Chick & Hiromi - Duet 2008 (Japan), 2009 (international)(álbum ao vivo gravado com Chick Corea em Tokyo)
* The Stanley Clarke Trio (Hiromi e Lenny White) - Jazz in the Garden (2009)

http://www.hiromimusic.com/

domingo, 10 de abril de 2011

Trettioariga Kriget - same (1974) • Crossover Prog


Este é o primeiro álbum do lendário Trettioariga Kriget grupo sueco. No entanto, embora eu considere este um grupo obrigatório, talvez pelo fato de todas as canções serem cantadas em sueco possa não agradar muito. De várias maneiras, Trettioåriga Kriget ("A Guerra dos 30 Anos ") pode ser comparado a Anglagard e Landberk.

1. Kaledoniska orogenesen (5:20)
2. Röster från minus till plus (7:54)
3. Fjärilsattityder (5:26)
4. Mina löjen (8:09)
5. Ur djupen (3:46)
6. Handlingens skugga (7:39)

- Christer Åkerberg / acoustic & electric guitars
- Stefan Fredin / bass
- Dag Lundqvist / drums, percussion
- Robert Zima / vocals, electric guitar

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Embryo - Rocksession (1973)


Quinto álbum do grupo, talvez um dos mais conhecidos da banda, não é o meu favorito mas bastante recomendado!

1. A Place To Go (4:25)
2. Entrances (15:35)
3. Warm Canto (10:07)
4. Dirge (9:35)

- Christian Burchard / drums
- Jorg Evers / bass
- Edgar Hofmann / saxophone and violin
- Jimmy Jackson / organ
- Dave King / bass
- Siegfried Schwab / guitar
- Mal Waldron / electric piano

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(Repost) Embryo - The Father Son and Holy Ghost (1972)


Repost altamente recomendado!!! Postagens anteriores sobre o grupo aqui.

1. The Special trip (5:56)
2. Nightmares (0:58)
3. King Insano (4:48)
4. Free (6:19)
5. The sun song (8:48)
6. Marimbaroos (2:56)
7. Forgotten sea (9:09)

Total Time: 39:54

Line-up
- Christian Burchard / drums, vibes, percussion, marimbaphone, vocals
- Edgar Hofmann / violin, soprano saxophone
- David King / bass, flute, alto marimba, vocals
- Sigi Schwab / acoustic & electric guitars, veena, tarang

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quarta-feira, 6 de abril de 2011

Czeslaw Niemen

Andando pela web encontrei uma pasta no mediafire com alguns álbuns do sensacional Niemen, então, como sou uma pessoa bacaninha vou dividir este achado com vocês, meus amiguinhos. Escrevendo e ouvindo Mourner's Rhapsody

No ano passado postei um álbum dele que adoro, link para esta postagem.


Terra Deflorata 1989

Enigmatic Live 1971

Mourner's Rhapsody 1974

Postscriptum 1980

Przeboje Pod Papugami

Spizowy krzyk 2008

Sukces 1970

Idée Fixe 1977

41 Potencjometrów Pana Jana 2007

Ode To Venus 1973

Mais informações no Progarchive

Peter Michael Hamel - Hamel (1972)


Leia-se Agitation Free, Embryo, Between! Este sim um cara que é a minha cara, musica lisergica, embriagante, enebriante, bom demais!! Recomendadissimo!!!

Sonho Cósmico: Peter Michael Hamel (órgão, piano, electrónica), nasceu em Munique, em 1947. A partir de 1965-1970, estudou composição com Fritz Buchtger e Bialas Gunther em sua cidade natal. Durante este período, ele fez free jazz, canções folclóricas peruanas e eletrônica experimental. Em 1970 fundou Between com o argentino Roberto Detree e o americano Robert Eliscu. Em 1972, ele participou do primeiro álbum Agitation Free's, acrescentando seu estilo peculiar de órgão hammond. Seu interesse pela música oriental e meditação resultou em várias viagens para a Ásia. Seus quatro primeiros álbuns também são muito influenciadas por esses elementos. Hamel (1972) foi um álbum duplo, que estabelece normas para todos os álbuns por vir: longo, meditativo com faixas de flutuação em uma tradição minimalista. Algumas faixas foram tocadas ao vivo, sem overdubs. Sua musica tem textura e cor.

A1 Storm Over Asia And Calm (4:10)
A2 Baliava I (5:10)
A3 Baliava II (8:22)
B1 Fire Of Holy Eyes (9:55)
B2 Song Of The Dolphins (7:30)
B3 Sinking Sangsara (3:55)
C Aura (20:05)
D1 Gomorrhaga (8:45)
D2 Cathedral On C (9:20)

Artwork By [Cover Design] - Guntram Holdgrün
Music By - P. M. Hamel*
Organ, Voice, Electronics, Piano - Peter Michael Hamel
Photography - Peter Andersen
Producer - Peter Michael Hamel , Ulrich Kraus
Synthesizer - Anatol Arkus , Ulrich Kraus

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Triumph - Allied Forces


Qual a primeira impressão ao se deparar com um álbum de uma banda desconhecida? A CAPA! Evidentemente! Certas capinhas simplesmente me dão medo, quando vejo uma como esta a minha primeira atitude é deixar de lado o disco. Coisa medonha! Mas a ideia do blog é divulgar a musica seja ela adorada ou não pela minha pessoa, então deixemos a capinha de lado e ouçamos o disco! Este disco não é bem a minha praia, mas enfim...Atendendo a pedidos aqui esta o álbum desta banda Canadense bem fraquinha a meu ver, mas que tem seus momentos. Confira!

Rik Emmett - guitar, vocals
Michael Levine - keyboards, bass
G.L. Moore - drums, vocals

1. Fool for Your Love (4:32)
2. Magic Power (4:55)
3. Air Raid (1:20)
4. Allied Forces (5:04)
5. Hot Time (In This City Tonight) (3:24)
6. Fight the Good Fight (6:31)
7. Ordinary Man (7:17)
8. Petite Etude (1:16)
9. Say Goodbye (4:34)

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domingo, 3 de abril de 2011

Hell Preachers Inc. - Supreme Psychedelic Underground (USA, 1968)


Algumas pessoas acreditam que os membros do Deep Purple estavam envolvidos com a gravação deste louco e maravilhoso disco. Eu acho que você vai ter que decidir por si mesmo. Mas o álbum como um todo é muito mais psicodélico do que qualquer Deep Purple. Se foi feito por eles fizeram um ótimo trabalho. Eu adoraria saber o que você pensa sobre isso. Recomendo o álbum!

A1 Time Race 1 2:25
A2 Shalom 6:05
A3 Let Me Shoot You 3:30
A4 Nirwana 2:25
A5 Courante 2:50
B1 Preacher Man 3:00
B2 We Like the White Man 1:30
B3 Turn Turn 3:15
B4 Spy in Space 6:15
B5 Time Race 2 2:45

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sábado, 2 de abril de 2011

Vashti Bunyan - Just Another Diamond Day


Um disco delicado, maravilhoso clássico do folk redescoberto em 2000, ainda bem!! Recomendadissimo!!

Vashti Bunyan (Londres, 1945) é uma musicista britânica. Junto com outras cantoras obscuras como Karen Dalton e Linda Perhacs, Vashti é uma das artistas mais influentes do chamado free folk contemporâneo, formado por artistas como Animal Collective, Devendra Banhart, Joanna Newsom e CocoRosie.

A carreira musical de Bunyan começou em 1964, quando ela foi descoberta por Andrew Loog Oldham, o antigo manager dos Rolling Stones. No ano seguinte, ela assinou com a gravadora Decca para lançar o single "Some Things Just Stick in Your Mind", composta por Mick Jagger e Keith Richards. O disco recebeu pouca atenção e logo Bunyan foi para a Columbia para lançar outra canção, "Train Song". Depois de gravar diversas músicas que nunca foram lançadas, ela cortou as relações com Oldham, largou a música e deixou Londres numa longa viagem de carruagem acompanhada do namorado. Durante essa viagem, Bunyan continuou compondo e em 1969 se uniu ao lendário produtor Joe Boyd, que também trabalhou com Incredible String Band e Nick Drake, para lançar "Just Another Diamond Day".


Just Another Diamond Day é o álbum de estréia da cantora britânica Vashti Bunyan, lançado em 1970, mas foi um fracasso de vendas e Bunyan se distanciou da música por muitos anos devido às asperas críticas da imprensa musical, que descreveu suas canções como "infantis" e atacou sua voz como "fraca".

Just Another Diamond Day foi relançado pela Spinney Records em 2000. Desta vez foi bem recebido e o sucesso fez com que Vashti retornasse à música, gravando em 2005 seu álbum seguinte Lookaftering.


1. "Diamond Day" – 1:47 (++++)
2. "Glow Worms" – 2:16
3. "Lily Pond" – 1:24
4. "Timothy Grub" – 3:15
5. "Where I Like to Stand" (Bunyan / John James) – 2:21 (++)
6. "Swallow Song" – 2:16 (++++)
7. "Window Over the Bay" (Bunyan / Robert Lewis) – 1:47
8. "Rose Hip November" – 2:27 (+)
9. "Come Wind Come Rain" – 2:07 (++)
10. "Hebridean Sun" (Bunyan / Lewis) – 1:13
11. "Rainbow River" – 3:22 (++++)
12. "Trawlerman's Song" (Bunyan / Lewis) – 1:56
13. "Jog Along Bess" – 3:36 (+)
14. "Iris's Song for Us" (Bunyan / Wally Dix / Iris Macfarlane) – 1:33 (++)
Bônus:
1. "Love Song" – 1:58 (B-side de 1966 do single "Train Song" produzido por Peter Snell)
2. "I'd Like to Walk Around in Your Mind" – 2:15 (versão de 1967 Immediate Records Acetate disc produzido por Mike Hurst)
3. "Winter Is Blue" – 1:48 (versão de 1966, diferente da versão Tonite Let's All Make Love in London)
4. "Iris's Song Version Two" (Bunyan / Wally Dix / Iris Macfarlane) – 2:31 (versão alternativa de 1969, gravada por John Bunyan)

* Joe Boyd: Produção.
* Jerry Boys: Enginharia de som
* Vashti Bunyan: Guitarra, Vocal, Performance.
* Mike Crowther: Guitarra, Performance.
* Robert Kirby: Arranjo de cordas, Gravação de arranjos.
* Robert Lewis: Arte.
* Simon Nicol: Banjo.
* Dave Swarbrick: Fiddle, Bandolim, Performance.
* Dave Williamson: Performance.
* Robin Williamson: Fiddle, Apito (Humano), Performance, Harpa.

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domingo, 27 de março de 2011

Greg Sneddon - mind stroll (rare prog) (1974) (Australia)


Raro e excelente álbum do pianista Greg Sneddon. Recomendo!

A1 Mind Stroll 9:38
A2 Winter 3:00
A3 Take it Slow and Easy 3:30
B1 A Spell of Destruction 4:00
B2 Minuet in E 2:00
B3 Concerto for Two Handed Plectrum / Madman 8:30

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domingo, 20 de março de 2011

Ten Wheel Drive with Genya Ravan - Brief Replies 1970

Ten Wheel Drive were an American Jazz fusion band that existed from 1968 to 1974. O álbum começa de forma eletrizante, o som é frenetico quase te chamando para dançar, depois alterna entre o som pungente e um jazz/blues que lamenta, chora e mesmo assim nos faz feliz, musicas como "Brief Replies","Come Live With Me" e "Interlude" já valem o álbum. Recomendo

Infos

A1. Morning Much Better - 2:36
A2. Brief Replies - 5:35
A3. Pulse - 4:21
A4. Come Live With Me - 5:22
B1. Stay With Me - 4:20
B2. How Long Before I'm Gone - 6:45
B3. Last of the Line - 5:21
B4. Interlude: A View of Soft - 3:53

Ten Wheel Drive:
Genya Ravan - vocals, harmonica, percussion
Aram Schefrin - guitar, vocals, banjo, percussion
Michael Zager - organ, piano, clarinet
Bob Piazza - bass, vocal
Steve Satten - trumpet, fleugelhorn, hamesha, cowbell
John Gatchell - trumpet, fleugelhorn
Dave Leibman - soprano sax, tenor sax, baritone sax, flute
John Eckert - trumpet, fleugelhorn
Allen Herman - drums, percussion, vibes
Dennis Parisi - trombone

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sábado, 19 de março de 2011

Ougenweide - Ohrenschmaus (1976) (Germany) Prog Folk


Terceiro álbum do sexteto OUGENWEIDE de Hamburgo, a banda fazia um folk rock pastoral com grande influência na idade média, Ohrenschmaus é um álbum curto (34 minutos) até dançavel às vezes e é mais um álbum essencial deles. O disco é cheio de velhos textos em alemão (do século 13) com música do grupo e canções tradicionais.

Progarchive

Side A
01. Bombarde-Ment 1:10
02. Kommt ihr Jungfern helft mir klagen 5:03
03. Eines Freitags im Wald 3:11
04. Pferdesegen (Contra Uermes) 2:00
05. Bald anders 6:32

Side B
06. Im Badehaus 3:08
07. Owê wie jaemerliche 4:21
08. Engelboltes Tochter Aven 3:01
09. Rumet uz die Schäemel und die stüele 1:54
10. Alfol 1:00
11. Der Schlemihl 3:55
12. Merseburger Spieluhr 0:37

Minne Graw - vocals, Harmonium
Olaf Casalich - vocals, percussions
Stefan Wulff - bass guitar, accordion
Wolfgang von Henko - electric guitar, mandoline
Jürgen Isenbarth - Marimbaphone, Vibraphone
Frank Wulff - flute, Bombarde, Bouzouki, Mandoline,Harmonium, vocals

Link

domingo, 13 de março de 2011

Marco Antônio Araújo


Considero o trabalho deste fantastico musico um dos mais importantes da história do rock nacional, tipo discoteca básica para qualquer amante do genero. Já havia postado antes um ou dois álbuns do MAA, mas agora fiz um arquivo em duas partes com os cinco álbuns do cara, imperdivel! Altamente recomendado!

Texto abaixo abduzido do site Mofo, endereço do site no pé do mesmo.
#Poucos comentam a obra e vida de Marco Antonio Araújo, um dos maiores representantes da música mineira dos anos 80 e que ganhou o epíteto de Egberto Gismonti da década de 80.

Marco Antonio Araújo era um tesouro local e, justamente quando começava a ter seu nome conhecido nacionalmente, veio a falecer no dia 6 de janeiro de 1986, vítima de um aneurisma cerebral, após ficar cinco dias internado na UTI do Prontocor, em Belo Horizonte.

Um fim trágico para um músico que havia dedicado o último disco ao filho recém-nascido, Lucas.

Marco Antonio Araújo nasceu na capital mineiro, no dia 28 de agosto de 1949. Como todo adolescente nos anos 60 se apaixonou pelos Beatles e pelos Rolling Stones e resolveu, em 1968, ingressar no grupo Vox Populi, que contava com Tavito e Fredera, que depois formariam o Som Imaginário. Ficou um ano no grupo, que lançou um compacto, Pai-Son (parceria com Zé Rodrix), pela gravadora Bemol.

Marco já estava absolutamente apaixonado pela música e resolveu abandonar o curso de economia e o emprego em um banco para se dedicar a ela. Em 1970, resolve morar em Londres, onde ficaria dois anos "tietando" (expressão do próprio músico) grupos como Led Zeppelin, Deep Purple, Pink Floyd, Rolling Stones etc. Cansado de correr atrás dos grupos, viu que deveria voltar ao Brasil e começar a carreira de músico.

Assim, retorna ao Brasil e vai morar no Rio de Janeiro, onde foi estudar composição com Esther Sciar e aprendeu violão clássico e violoncelo com Eugen Ranewsky e Jacques Morelenbaum, na Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Começa a compor trilhas sonoras para cinema, teatro e balé, entre eles a peça Rudá, de José Wilker e Cantares, um balé apresentado pelo grupo CORPO.

Marco acaba se apaixonando e casando com uma das bailarinas, Déa Marcia De Souza.

Marco mostrou-se um músico brilhante e volta para BH, em 1977, e passa a integrar a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, onde ficaria até o fim da vida.

Marco faz pequenos shows no ano seguinte, onde era acompanhado pelo grupo Mantra. As composições instrumentais mesclavam o rock progressivo com a mais pura tradição mineira de quadrilhas, modinhas e serestas.

Entre 1978 e 1979 apresentou os shows Fantasia e Devaneios, tendo a companhia de Carlos Bosticco (flauta), Hannah Goodwin, no violoncelo, seu irmão Alexandre Araújo na guitarra, Gregory Olson, no contrabaixo, Benoir Clerk, na trompa e Sergio Matos, na percussão.

Aos poucos vai formando um grupo de músicos que o acompanharia: Alexandre Araújo (guitarra), Ivan Correia (baixo), Mario Castelo (bateria), Eduardo Delgado (flauta), Antonio Viola (violoncelo), Max Magalhães (piano) e Lincoln Cheib (bateria).

Em 1980 edita, de forma independente, o primeiro LP, Influências, que recebe grandes elogios da crítica especializada e é divulgado com 74 shows.

O disco ganha boa receptividade fora de Minas Gerais e Marco monta uma produtora independente, Strawberry Fields, a canção dos Beatles que o fez amar o quarteto.

Influências:

Lado A
1. Panorâmica (Marco Antônio Araújo)
2. Influências (Marco Antônio Araújo)
3. Bailado (Marco Antônio Araújo)

Lado B
1. Abertura N.2 (Marco Antônio Araújo)
2. Cantares (Marco Antônio Araújo)
3. Folk Song (Marco Antônio Araújo)

Ao ser editado em CD, mais duas composições foram adicionadas:
7. Entr Act I & II (Marco Antônio Araújo)
8. Floydiana II (Marco Antônio Araújo)

Mais maduro, Marco lança outro disco, em 1982, o belo Quando a sorte te solta um cisne na noite e viaja pelo interior de Minas Gerais, através do projeto Acorde Minas, em parceria com a Rede Globo Minas, a Coordenadoria de Cultura do Estado e de sua produtora, Strawberry Fields.

O disco é novamente elogiado pela crítica, mas Marco sentia que precisava expandir seu público e atingir outros estados, especialmente Rio e São Paulo.

O novo trabalho mostrava Marco cada vez mais maduro no violão Ovation e a banda mais coesa e trazia as seguintes faixas:

Lado A
1. Floydiana (Oiliam Lana e Max)
2. Alegria (Marco Antônio Araújo)

Lado B
1. Quando a sorte te solta um cisne na noite (Marco Antônio Araújo, Oillan e Max)
2 . Pop Music (Marco Antônio Araújo)

Em CD, foram incluídas as seguintes faixas:
5. Adágio (Marco Antônio Araújo)
6. Ilustrações (Marco Antônio Araújo)
7. Cavaleiro – trilha Balé Cantares (Marco Antônio Araújo)
8. Sonata para cello e violão (Marco Antônio Araújo)

Incansável, Marco não parava de trabalhar nem um segundo e resolve inovar no terceiro LP, Entre um silêncio e Outro, de 1983.

Para isso, convidou o violoncelista Jacques Morelenbaum, o flautista Paulo Guimarães e o violoncelista Márcio Mallard e formaram um grupo de câmara que gravou apenas duas "Fantasias Nº 2" e "Fantasias Nº 3". Ao ser editado em CD, trazia ainda as faixas "Abertura I", "Abertura II" e "Cantares II".

A capa trazia uma tela do artista Carlos Scliar - "Vinil Encerado Sobre Tela", feita especialmente para Marco e inspirada em sua música. Dentro do disco, um bela capa dupla colorida, havia um texto do próprio Marco falando de sua obra.

No mesmo ano, nasce seu primeiro filho, Lucas, no dia 2 de agosto. Inspirado pela paternidade, Marco parte para gravar um novo disco, para muitos sua obra-prima: Lucas.

Um disco maduro e que mostrava um homem mais esperançoso e preocupado com o futuro.

O LP trazia as seguintes faixas:

Lado A
1. Lembranças (Marco Antônio Araújo)

Lado B
1. Caipira (Marco Antônio Araújo)
2 . Lucas (Marco Antônio Araújo e Nando Carneiro)
3 . Para Jimmy Page (Marco Antônio Araújo)

Em CD, trazia as seguintes faixas extras:
5. Brincadeira (Marco Antônio Araújo)
6. Cavaleiro (Marco Antônio Araújo)
7. 3rd Gymnopédie (Marco Antônio Araújo)

No ano seguinte, é editado uma coletânea, Animal Racional, e Marco chegava ao auge da carreira, com shows pelo Brasil inteiro, ao lado do grupo Mantra.

Marco havia regressado a Belo Horizonte, onde iria receber, no dia 7 de janeiro de 1986, um prêmio da Revista Veja como o melhor músico instrumentista do país. Subitamente, sofreu uma hemorragia cerebral e entrou em coma profundo, vindo a falecer, no dia 6, véspera da premiação. Marco tinha uma viagem agendada para Nova York na semana seguinte.

A perda devastadora jamais foi completamente absorvida e entre os dias 7 e 9 de agosto foi realizado o show Lembranças, para celebrar o 37º aniversário de Marco. Participaram dele Alexandre Araújo, Ivan Correia, Lincoln Cheib, Mauro Rodrigues, Antonio Viola, José Marcosa, Max Magalhães, além de convidados como André Geraissati, Egberto Gismonti, Toninho Horta, entre outros.

Discografia

Influências (1980)
Quando a sorte te solta um cisne na noite (1982)
Entre um silêncio e Outro (1983)

Lucas (1984)
Animal Racional (coletânea) (1985
)

#TEXTO ABDUZIDO do SITE MOFO